Um programa de formação ética e cidadania aplicada que chega em conversas de cinco minutos, mede comportamento sem expor ninguém, e devolve à pessoa um registro do que ela fez.
O que o participante vive e o que a empresa enxerga são superfícies diferentes do mesmo dado — separadas por desenho, não por política. Entre por qualquer uma das duas.
Antes das portas, o canal: a trilha não abre um portal — ela chega numa conversa de WhatsApp.
Microconteúdo curto abre o tema — vídeo, texto ou áudio de um a dois minutos. É o que dá repertório antes de qualquer pergunta.
Um quiz com resposta certa mede se a política foi entendida. Aqui existe gabarito, e o resultado é individual e legítimo.
Um dilema sem resposta certa mede como a pessoa decide sob pressão. Aqui não há gabarito — e a resposta individual nunca chega à empresa.
A ordem não é estética. Perguntar antes de formar contamina a medida: a pessoa responde o que acabou de aprender, não o que pensa.
Se a pessoa suspeita que a resposta chega ao chefe, ela responde o que soa bem. E aí não sobra medida — só um espelho da política, devolvido por quem a leu.
Grupos abaixo do mínimo não geram relatório. Um agregado de quatro pessoas não é agregado.
Quem guarda esse dado é o Instituto, não a empresa. É a razão de o programa ser independente: a separação não se sustenta quando quem escreve o dilema, quem guarda a resposta e quem avalia a pessoa são a mesma organização.
Tema Conflito de interesse. Cinco minutos. Sem app, sem senha — este link é seu e vale uma vez. No programa real ele chega por WhatsApp, SMS ou e-mail, na sua preferência.
Um minuto e meio sobre por que conflito de interesse é uma situação, e não uma conduta — e por que declarar não é confessar nada.
No programa real o vídeo roda dentro da conversa: sem login e sem download.
A resposta é B. Conflito de interesse é uma situação, não uma conduta. Ele passa a existir no momento em que a influência se torna possível — por isso se declara antes, e por isso declarar não é admissão de culpa. Quem espera a influência acontecer para declarar já declarou tarde.
Este resultado é individual e vai para a empresa. Tem gabarito: mede se a política ficou clara, não quem você é.
Você lidera a escolha de um fornecedor. Entre os três finalistas, um é dirigido por um amigo próximo — alguém que você não vê há dois anos, mas de quem foi padrinho de casamento. A proposta dele é, tecnicamente, a melhor das três.
Um gabarito aqui mediria memória, não caráter. As quatro escolhas são defensáveis. C confia na qualidade técnica e assume o risco de percepção. D resolve a assinatura e não resolve a influência. A e B divergem sobre se declarar já basta.
O que o programa lê não é a letra marcada. É o texto escrito — classificado contra quatro dimensões: reconhecimento da tensão, consideração de consequências, princípio invocado e ação concreta. Sempre em conjunto com os outros. Nunca isoladamente, e nunca com o seu nome.
Seu registro subiu agora — mas não por causa desta resposta. O ponto veio de concluir a trilha: microconteúdo, verificação e dilema respondidos. Qual letra você marcou não muda nada, nem para cima nem para baixo.
Um cadastro de restrição registra o que você deve, e você não escolhe estar nele. Este registra o que você fez, e só existe se você quiser publicar. O histórico é seu, e continua existindo quando você sai da empresa.
Não existe nota baixa. Existe ausência de registro — porque não há como responder mal a uma pergunta sem gabarito.
O endereço do perfil é dela, não da empresa. Só existe se ela publicar, e some se ela despublicar.
Atos de peso — mentoria, ação de cidadania — exigem evidência e passam por validação humana antes de entrar.
O perfil nasce fechado. Publicar é uma escolha dela, reversível a qualquer momento, e o endereço é dela, não da empresa.
Perfil ilustrativo. Mariana Alves não existe: o histórico é fictício e a imagem foi criada por inteligência artificial para esta demonstração.
Os pontos contam atos, e o nível resume a trajetória: trilhas concluídas, quizzes respondidos, desafios de cidadania validados com evidência, constância. Coisas que aconteceram e que alguém consegue verificar.
O dilema não vale ponto nenhum. Nem para cima, nem para baixo. Ele não tem resposta certa — e somar comportamento com conhecimento criaria exatamente a coisa que este programa recusa: uma nota de caráter.
Não existe nota baixa. Quem participa pouco tem um registro curto, não um registro ruim. É a diferença entre um cadastro que pune ausência e um que só reconhece presença.
Os selos de trajetória com validação humana — desafio de cidadania, encontro — são os que dão peso ao perfil. É de propósito: o que custa esforço é o que vale mostrar.
100 participantes · dia 34 de 70 · linha de base concluída. É isto que o sponsor abre a qualquer momento, sem pedir relatório a ninguém.
Foram acordados na largada. Se não vierem, não há o que continuar — e é assim que preferimos vender.
Distribuição agregada das escolhas. Entrada e saída do ciclo, mesma turma.
A leitura não é "C é errado". É que a proporção de quem não vê tensão nenhuma na situação caiu quase pela metade.
Média da turma, 0 a 3. Classificação em lote, com 10% da amostra revisada por humano.
Cobertura por tema, com data. É o formato que compliance e auditoria pedem — exportável.
| Tema obrigatório | Cobertura | Acerto no quiz | Concluído até |
|---|---|---|---|
| Conflito de interesse | 94% | 81% | 18/03/2026 |
| Código de conduta — fundamentos | 97% | 88% | 04/03/2026 |
| Assédio e discriminação | 91% | 72% | 01/04/2026 |
| Uso de informação privilegiada | 88% | 64% | 15/04/2026 |
64% de acerto em informação privilegiada é o achado mais útil desta tela. Não diz que as pessoas são desonestas — diz que a política não está clara. É barato de corrigir, e ninguém saberia sem medir.
Autodeclarado, agregado por área. Indicador antecedente — percepção medida, não efeito comprovado.
O painel acima mostra apenas os participantes desta organização. Ele não conversa com o de nenhuma outra, e nenhuma empresa enxerga o painel de outra.
participantes desta empresa — o que este painel lê, e o limite do que ele lê.
participantes em 37 organizações, na base nacional: agregada, sem nome de empresa e sem nome de pessoa. É dela que nasce a comparação de setor — e ela nunca é cruzada com este painel.
Não é permissão que falta, e não há a quem pedir. Nem a empresa nem o Instituto exibem a escolha ou o texto de uma pessoa identificada — a separação é técnica, escrita no banco de dados. É o que faz as respostas acima serem sinceras o bastante para valerem alguma coisa.
Esta demonstração é o MVP do piloto: um tema completo, as duas superfícies, e a separação funcionando de verdade. O ciclo real acrescenta os oito temas, o WhatsApp e o histórico que acumula.
WhatsApp e web, na preferência de cada um. Sem app, sem senha, sem sair do fluxo de trabalho.
Registro de participação, conteúdo e data, no formato que compliance e auditoria pedem.
Cada ciclo mede, forma, mede de novo e alimenta o seguinte. O registro não zera — acumula.
Não vamos prometer redução de risco. Vamos entregar a medida que hoje não existe.
Toda plataforma de treinamento disputa a atenção de quem tem que ir até ela. O programa inverte: a conversa chega onde a pessoa já está, em mensagens que se leem em pé, na fila do café. Percorra a trilha abaixo — ela é a mesma que existe na tela do participante, no formato em que de fato acontece.
Simulação da conversa, aqui na página.
Nada é enviado: o que você digitar fica no seu navegador.
Acompanha a conversa ao lado. É esta coluna que sustenta a apresentação: cada passo da trilha corresponde a uma decisão de desenho, não a uma escolha de formato.
Três mensagens curtas dão o conceito e um caso banal. Nenhuma pergunta ainda — perguntar antes de formar mede o que a pessoa já achava, não o que o programa mudou.
microconteúdoA pergunta de política tem gabarito. Por isso o resultado individual é legítimo aqui: erro é lacuna de conhecimento, e a correção volta na hora, com o motivo.
conhecimento · resultado individual válidoO dilema vem depois, e não tem gabarito. Ninguém acerta nem erra — e é justamente por isso que a escolha nunca vira resultado individual de ninguém.
comportamento · nunca individualA justificativa em texto livre é o que permite ver se a qualidade da decisão melhorou ao longo do ciclo. Ela entra na leitura do grupo e não sai de lá em nível individual — nem para a empresa, nem para o gestor.
só em agregadoA trilha concluída rende pontos e alimenta o Cadastro Positivo. O dilema rende zero. É a diferença entre reconhecer o que alguém fez e dar nota ao que alguém pensa.
registro da pessoaPor que WhatsApp e não um app. Não é escolha de conveniência: é o que torna cinco minutos por semana possível durante doze semanas. Um app exige a decisão de abrir. Uma conversa só exige responder — e é a diferença entre 30% e 80% de conclusão de ciclo.
A simulação acima serve para a sala. Para a pessoa abrir o WhatsApp dela e fazer a trilha, existem três caminhos com custos muito diferentes — e o do meio é o que resolve uma demonstração.
Link direto que abre o WhatsApp com a mensagem já escrita, e alguém do Instituto conduz a trilha na mão, com respostas prontas.
A API oficial dá um número de teste gratuito, sem verificação de empresa, que envia mensagens livres para até cinco destinatários cadastrados. A trilha roda automatizada de ponta a ponta.
Número próprio, nome de exibição aprovado, empresa verificada na Meta e meio de pagamento. É o que permite conduzir uma turma inteira.
Um caminho que existe e que não vamos usar. Há serviços baratos que conectam um número comum por trás, pelo protocolo do WhatsApp Web, sem passar pela API oficial. Funcionam, custam pouco e violam os termos de uso — o número pode ser bloqueado sem aviso.
Não é uma decisão técnica. O número de telefone é dado pessoal, e a frase que a pessoa escreve no dilema é o dado mais sensível do programa. Quem operar o canal será operador, nunca controlador — o Instituto é o controlador, e isso precisa estar no contrato antes da primeira mensagem, não depois. É o mesmo princípio que sustenta o resto do desenho: quem guarda o dado de comportamento não pode ser quem emprega a pessoa, e também não pode ser quem só passa a mensagem adiante.
Além do painel da empresa e da tela do participante existe uma terceira camada: a vitrine do programa no Brasil. As trilhas que estão abertas, o dilema que o país está discutindo esta semana, as realizações acontecendo, os reconhecimentos do ciclo — e, quando a própria pessoa decide publicar, o registro dela.
O perfil nasce fechado. Ninguém entra nesta vitrine por decisão da empresa nem do Instituto — e sair é um clique, a qualquer momento.
Aqui você vê como o país está decidindo. Nunca quem escolheu o quê, nunca a justificativa de ninguém. Nem para a empresa, nem para quem passa por esta página.
Não há um ranking do Brasil por integridade, e não haverá. Mas a evolução existe e é medida: na qualidade das decisões da turma entre o começo e o fim do ciclo. De cada pessoa, o que aparece são atos e trilhas.
Por que essa camada importa para o negócio: é ela que faz o registro sobreviver à saída da pessoa da empresa. Um certificado interno morre no desligamento. Um registro que é da pessoa, num endereço que não é da empresa, viaja com ela — e é isso que faz o participante querer alimentar o cadastro por conta própria.
Tudo o que está nesta página protege a pessoa de virar nota. Mas proteger não é o objetivo — é a condição. O objetivo é impacto social: ambientes de trabalho menos tóxicos, decisões que considerem quem é afetado, e integridade como comportamento comum no país. É para isso que o resto existe.
Onde as pessoas reconhecem a tensão antes de ela virar caso, o desgaste não chega a se acumular. A conta de um ambiente ruim é paga de qualquer jeito — em gente que vai embora, em investigação interna, em reputação. O programa quer que ela deixe de ser paga.
A qualidade da decisão de um grupo melhora quando mais gente percebe a tensão, pesa quem é afetado, invoca um princípio e diz o que faria. Isso não é abstrato: são os quatro critérios medidos entre a primeira e a última semana do ciclo.
Enquanto fazer o certo depender de coragem individual, vai continuar sendo raro — porque coragem é cara e não se distribui por treinamento. O objetivo é que agir com integridade pare de custar caro a quem age.
Quase ninguém age cedo porque quase ninguém enxerga cedo. Formar gente que reconhece a zona cinzenta antes de estar dentro dela é o resultado que justifica todo o resto — e é o que se leva para fora da empresa, para a família e para a vida pública.
A ambição não é premiar quem já decide bem. É fazer com que decidir bem deixe de ser exceção.
Recusar a nota individual não é recusar a ambição — é o que a torna possível. No dia em que responder um dilema puder custar uma vaga, a resposta vira desempenho e não sobra nada para melhorar. Por isso a melhora existe, é medida e é para ser comemorada — na turma, no ciclo, no conjunto do país. Nunca na ficha de alguém.
Isto não é discurso de rodapé: é o critério que decide o desenho. Cada escolha desta página — o perfil que nasce fechado, a consulta que não lista pessoas, o dilema que não vale ponto — foi feita porque a alternativa produziria números melhores no primeiro ano e nenhuma mudança real no quinto. O impacto social é o que se está comprando; a proteção é o que impede de perdê-lo no caminho.
Quem participa procura gente e trilha — quer achar quem está no mesmo caminho. Quem contrata precisa conferir um registro que o candidato entregou. São necessidades distintas, e de propósito a segunda é muito mais estreita que a primeira.
Vitrine ilustrativa. As pessoas desta vitrine não existem: os históricos são fictícios e os retratos foram criados por inteligência artificial.
Busca aberta por nome, cidade ou trilha concluída. Só aparece quem escolheu publicar o perfil — quem não escolheu não é encontrável nem digitando o nome exato.
Não existe filtro por nível nem por pontuação. É uma ausência deliberada: no dia em que se pode listar "todos os Ouro de São Paulo", o Cadastro Positivo virou triagem — e passa a ser usado para explicar por que alguém não foi chamado. Procura-se por pessoa e por tema, não por classificação.
A empresa não procura pessoas: ela confere o endereço que o candidato entregou, como se conferisse um diploma. Digite o endereço do registro.
Para ver o outro caso, tente um endereço que não existe — por exemplo institutopi.com.br/p/joana-ribeiro.
Não lista pessoas. Não há busca por nível, por pontuação, por cidade ou por empresa. Só se confere um endereço que já se tem em mãos.
Não devolve resposta de dilema. Nem a escolha, nem o texto escrito, nem um resumo por pessoa. Esse dado não sai do Instituto em nível individual — para ninguém.
Não devolve nota nem parecer. Nenhuma consulta retorna "apto" ou "inapto". Quem decide contratar continua decidindo sozinho, com a responsabilidade inteira.
Não é sigilosa. Toda consulta fica registrada e aparece para a pessoa consultada, com data e quem consultou. Consulta às escondidas não existe no desenho.
A tentação comercial aqui é enorme e é justamente por isso que o limite é técnico e não uma promessa: um cadastro que permitisse varredura da população valeria mais dinheiro no primeiro ano e destruiria o programa no segundo — porque a partir do momento em que responder pode custar uma vaga, ninguém mais responde de verdade, e a medida que sustenta o produto morre.
Cada trilha é um tema fechado: microconteúdos curtos, uma verificação com resposta certa e um dilema sem resposta certa. Sempre nessa ordem.
Onde termina a gentileza comercial e começa a compra de decisão. O caso do ingresso, o caso do jantar, o caso da viagem paga.
O fornecedor que é seu cunhado, a vaga para o filho do colega, a consultoria em fim de semana. Declarar não é acusar-se.
Quando o número do trimestre e o combinado apontam para lados diferentes — e a conta chega depois, para outra pessoa.
A planilha que você não deveria ter recebido, o print no grupo, a base que "só vou olhar". Privacidade como cuidado, não como formulário.
O que muda quando quem fala manda em quem ouve. Reconhecer a linha antes de precisar de um processo para descobrir onde ela estava.
Falar, para quem, com o quê. Por que a maioria vê e não fala — e o que precisa existir para que falar não custe o emprego.
A ordem é a regra mais importante do programa. Forma-se, verifica-se o que foi formado, e só então se pergunta o que a pessoa faria. Perguntar antes de formar contamina a medida: mede-se o que a pessoa já achava, não o que o programa mudou. É por isso que o dilema é sempre o último passo de toda trilha.
O dilema da semana é o mesmo para todo mundo, em todas as organizações. Esta é a única leitura pública dele — um retrato de como o país está resolvendo esta situação agora. A evolução não se lê aqui: ela aparece quando a mesma turma é medida no começo e no fim do ciclo, e é isso que a empresa recebe.
24.318 pessoas responderam esta semana · 412 organizações · nenhuma resposta identificada
Temas contados por leitura agregada. Nenhuma justificativa é publicada, citada ou mostrada — nem anônima. O texto que a pessoa escreve não sai do lugar onde foi escrito.
Nada aqui vale ponto. Nem para cima, nem para baixo. O dilema não tem resposta certa: se pontuasse, a próxima turma responderia o que rende ponto e a distribuição acima deixaria de significar qualquer coisa na segunda semana.
O currículo com a data esticada. 46% corrigiriam antes da entrevista; 29% deixariam como está; 25% dependia de quem perguntasse.
O print do grupo da equipe. 61% não encaminhariam; 22% encaminhariam ao gestor; 17% encaminhariam ao RH.
A nota fiscal que chegou com o valor arredondado. 52% devolveriam; 31% aprovariam com ressalva; 17% aprovariam.
É o lado do pertencimento: a pessoa vê que não está sozinha fazendo isso, e que o que ela fez aparece. Só entra quem publicou o perfil.
Só entram atos com evidência — trilha concluída, verificação respondida, desafio de cidadania validado por revisor humano, presença em encontro, constância. Responder um dilema nunca gera um item aqui, e é assim que a linha entre as duas camadas fica visível até para quem só passou pela página.
Prêmio é combustível de constância, e constância é o que faz a formação virar hábito. Mas todo critério de prêmio é uma instrução sobre o que fazer — então o critério importa mais que o prêmio.
Quem manteve ritmo, não quem fez mais. Reconhece a semana em que a pessoa apareceu mesmo sem novidade — é o comportamento mais difícil de sustentar.
Ação aplicada fora da empresa, com evidência conferida por gente. Avaliada por banca. É o item que dá peso ao registro porque é o que custa esforço real.
Por organização e sempre em agregado. Premia o grupo, não a pessoa — porque a ambição do programa é ambiente, e ambiente é coletivo.
Quem conclui o ciclo pode escolher ficar visível para organizações parceiras. Opt-in explícito, revogável, e o candidato vê quem consultou. Nunca o contrário.
Aparecer aqui é opt-in e reversível. A ordem é por atos verificados — nunca por resposta de dilema, que não entra em conta nenhuma.
Nenhuma premiação usa resposta de dilema como critério. Se usasse, o programa estaria ensinando a turma a adivinhar a resposta esperada — e é exatamente esse o comportamento que o treinamento de compliance tradicional já produz e que este programa existe para não repetir.
Esta camada não está no piloto e não deveria estar: ela não faz sentido com uma organização só. É o destino, e vale mostrar o destino — mas com o preço na etiqueta.
Uma vitrine pública com uma empresa dentro não é pública: é o mural da empresa. Faz sentido a partir de algo como dez organizações e alguns milhares de pessoas, quando a distribuição do dilema começa a dizer algo sobre o país e não sobre um empregador.
O endereço institutopi.com.br/p/… precisa ser do Instituto, nunca do cliente, nunca uma instância por empresa. É o que faz o registro sobreviver ao desligamento — e é também o que impede que o dado de comportamento vire ativo de quem emprega.
Sem gente conferindo evidência de desafio de cidadania, o cadastro vale zero em duas semanas — porque qualquer um declara qualquer coisa. É o item mais caro desta camada e o único que não dá para automatizar por completo.
No modelo do piloto, a empresa paga o ciclo dos seus colaboradores. A vitrine do Brasil não tem pagador dentro desse modelo: ela precisa de patrocínio, fundo ou edital. É a conversa honesta a ter com o primeiro apoiador — não é o produto que se vende, é a razão de o produto valer a pena.
Por que mostrar isso agora, antes de existir: porque explica o que a empresa está comprando quando compra o piloto. Ela compra a medida do seu ciclo — e, junto, a construção do único instrumento que vai permitir a ela, em dois anos, saber não só como evoluiu, mas onde está.